Agora estou envolvido no projeto de outro site sobre autossuficiência:
"GAB: Guia de Autossuficiência Básica", que tem uma proposta parecido com este blog, porém foca em apenas o básico: autossuficiência em consumíveis em 5 áreas: Água, Alimentação, Saúde, Energia e Transportes. Porém este novo site é no sistema wiki e totalmente colaborativo:
https://gab.miraheze.org/wiki/P%C3%A1gina_principal
22 de julho de 2025
Novo site
27 de julho de 2015
Programas para Usar com Redes Livres
Por Adrian Rupp
Versão de Julho 2015
Introdução
Redes livres são computadores ou outros equipamentos eletrônicos interligados por uma infraestrutura administrada pelos próprios usuários. Estas redes são mais horizontais e livram os usuários de vários problemas presentes na Internet como spams, vigilância por parte de governos e corporações, pagamento para provedores, etc.
Como são estruturadas pelos próprios usuários, normalmente tem um alcance apenas local. Os programas utilizados diferem um pouco dos programas utilizados com a Internet e por isso vi a necessidade de criar este guia.
Regra geral: Qualquer programa para LANs funciona nas redes livres.
Android
Navegar por páginas: ChromeBate-papo: YO!,
Transferir arquivos: YO!,
Hospedar Site: Palapa Web Server
Identificar Máquinas On-Line: Net Scan, Fing
Transmitir video de webcam: IP Webcam
Enviar aplicativos instalados por Bluetooth: Compartilhar aplicativos
Jogos:
Krafteers: Jogo de sobrevivência numa ilha deserta, consiga água, comida, treine animais, etc.
Chess: Para jogar xadrez
Confronto Final: Jogo de combate armado contra zumbis
- Via Bluetooth:
Bluetooth Blackboard: Permite compartilhar um quadro negro virtual para desenhar juntos.
BluetoothChat: Para trocar mensagens de texto
Blobby Volleyball: Jogo tipo arcarde
Slot Racing: Jogo de corrida tipo autorama
Linux
Navegar por páginas: Firefox, Chromium,Criar páginas: Libre Office,
Bate-papo: Empathy, LAN Messeger Portable (via Wine),
Transferir arquivos: Empathy, TransferOnLan (via java), LAN Messeger Portable (via Wine),
Hospedar Site: Apache, Cherokee,
Identificar Máquinas On-Line: ZenMap,
Salvar páginas da Internet para disponibilizar na Rede Livre: Httrack
Criar servidor de salas de bate-papo: OpenChat
Transmitir video de webcam: VLC
Transmitir TV/Rádio virtual: VLC
Tocar video de webcam: VLC
Tocar TV/Rádio virtual: VLC
Jogos:
Arcade: Frozen-Bubble, Crack Attack,
RPG: Minetest, Balazar3, Diablo II (via Wine)
FPS: OpenArena (FPS), Half-Life (via Wine), Unreal Tournament (via Wine),
Estratégia: eboard (xadrez), Warzone 2100,
Tradicionais: PokerTH (cartas), eboard (xadrez),
Simulação: Mig29 (via Wine), F16 (via Wine)
Linux console (linha de comando)
Navegar por páginas: Lynx, Links, Elinks,Criar páginas: Jed,
Bate-papo: YTalk, write,
Identificar Máquinas On-Line: nmap,
Windows
Navegar por páginas: Firefox, Chrome,Criar páginas: Libre Office,
Hospedar Sites: Usb Webserver,
Bate-papo: LAN Messeger Portable,
Transferir arquivos: TransferOnLan (via java), LAN Messeger Portable
Identificar Máquinas On-Line: SoftPerfect Network Scanner
Criar servidor de salas de bate-papo: OpenChat
Transmitir video de webcam: VLC
Transmitir TV/Rádio virtual: VLC
Tocar video de webcam: VLC
Tocar TV/Rádio virtual: VLC
Jogos:
Arcade: Crack Attack,
RPG: Minetest, Diablo II
FPS: OpenArena, Half-Life, Unreal Tournament,
Estratégia: Warzone 2100,
Tradicionais: PokerTH (cartas),
Simulação: Mig29, F16,
Windows Mobile
Navegar por páginas: Internet Explorer,Hospedar Site: Mobile Web Server,
Medir Sinal Wi-Fi: PeekPocket,
Conclusão
Essa lista com certeza não está completa, mas creio que pode ser um ponto de partida para identificar programas úteis para aproveitar melhor as redes livres. Se você tiver alguma sugestão é só adicionar um comentário.
Veja também:
Como Criar uma Rede Livre
30 de março de 2015
Hospedando Sites em Redes Livres
Por Adrian Rupp
Introdução
Redes livres são redes de computadores que são administradas pelos próprios usuários. Elas são uma alternativa a Internet, embora em alguns casos estejam ligadas a ela. Elas são um esforço para termos uma rede com mais poder e controle descentralizado, e menos censura. Para saber mais: www.redeslivres.org.brDivido as aplicações das redes livres em dois grupos: interativo e lote. Aplicações interativas são as que exigem a presença de pessoas em cada ponta da comunicação para funcionar, como por exemplo: bate-papo, troca de arquivos, jogos eletrônicos. Aplicações em lote são as que funcionam automaticamente, basta ativar para que a função fique disponível para quando alguém quiser utilizar, como por exemplo: câmeras de vigilância, transmissão de audio ou vídeo, ou mesmo um site.
Neste artigo vou apresentar algumas ideias para hospedar sites em redes livres. Com esse recurso você pode compartilhar textos, imagens, vídeos, etc. de modo fácil e gratuito, mesmo onde não há redes de celular ou Internet. Pode também facilitar o acesso de conteúdos de um dispositivo para outros, como acessar vídeos que estão num disco rígido através de um celular por exemplo.
O Que é Preciso?
Lista do que é necessário para hospedar um site numa rede livre:Item 1. Dispositivo capaz de criar redes wi-fi ou com placa de rede para redes cabeadas, ou PC com placa de wi-fi. Ou seja, qualquer smartfone com Android e wi-fi, qualquer notebook com wi-fi e qualquer PC com wi-fi ou entrada para cabo de rede. Também é possível com Pocket PC com wi-fi e Windows Mobile. O alcance está diretamente ligado ao hardware. É possível fazer antenas externas de wi-fi em casa para ampliar o alcance e usar refletores de sinal caseiros para garantir que o sinal seja melhor numa direção do que em outra. Veja mais em: cienciacompartilhada.blogspot.com.br/2013/04/antena-wireless-caseira.html
Item 2. Um programa de web servidor, disponível para Windows, Android, Linux, Windows Mobile e outros sistemas operacionais.
Item 3. Um site para hospedar.
Como conseguir cada item?
Item 1. Graças a desvalorização dos PCs, um computador adequado para esse função pode ser encontrado de graça. Se ele não tiver wi-fi, um adaptador wi-fi pode ser encontrado por menos de R$ 50. Muitas pessoas tem smartfones com Android e wi-fi que também podem ser usados.Item 2. Um programa de web servidor pode ser baixado gratuitamente da Internet. É uma coisa legal de você também oferecer no seu site e ajudar a reduzir a dependência da Internet. No Linux existe o famoso Apache2 (httpd.apache.org) , que pode ser encontrado no repositório da maioria das distribuições. No Android uso o Palapa Web Server (alfanla.com/palapa-web-server). No Windows Mobile há o MobileWebServer (http://www.sphinx-soft.com/MWS/order.html).
Item 3. Você pode criar um site novo usando o LibreOffice ou outro editor. Alternativamente (ou complementarmente) pode baixar um ou mais sites da Internet e oferecer na sua rede com o programa HTTrack Website Copier (https://www.httrack.com/page/2/en/index.html). Além disso, muitos web servidores listam os arquivos o que permite disponibilizar conteúdos sem precisar criar páginas para navegar. É mais rápido, mas o visual fica mais pobre.
Criando o Site
Os sites normalmente devem estar no formato .html. Existem vários programas que permitem editar esse tipo de arquivo.Tive problemas no LibreOffice 4.2.7.2 então sugiro salvar no formato .odt e só por fim salvar em .html, pois o Libreoffice está com problemas em abrir arquivos .html que ele mesmo criou. Cuide também para ter sempre cópias de segurança para não perder seu trabalho acidentalmente.
Sugiro usar um layout parecido com a timeline do Facebook. Muitas pessoas, principalmente jovens, tem sua experiência de sites bem limitada ao Facebook e fica mais atraente a interface quando ela lembra algo familiar. É interessante observar a evolução do visual de sites, de palavras sublinhadas que levavam para outros tópicos, com presença mínima de imagens, a sites ricamente ilustrados, criados por artistas gráficos. Os primeiros sites, das palavrinhas sublinhadas, não eram deste modo apenas por serem feitos por técnicos de redes, mas também para facilitar o acesso as páginas em conexões de baixa velocidade.
Normalmente a pagina inicial se chama index.html
Conteúdo
Você precisa se perguntar:
- Quem irá acessar o site?
- Que conteúdo é importante disponibilizar?
Creio que o interessante é combinar os tipos de conteúdos e colocar um pouco de cada:
- O que é importante disponibilizar
- O que você quer disponibilizar
- O que dá audiência
Tamanho dos arquivos
O tamanho do site depende da memória do dispositivo. Recomendo usar a estratégia de racionamento x/20, onde o espaço total disponível é dividido por 20 e assim definimos o tamanho máximo de cada arquivo. Por exemplo, para um disco rígido de 500Gb temos um tamanho máximo de arquivo de 25Gb. Isso é especialmente recomendado para casos onde se tem pouca memória e queremos garantir que o dispositivo tenha espaço disponível para outras aplicações, como num smartfone. É bom lembrar que arquivos menores são transmitidos mais rapidamente pela rede.
Juntando Tudo e Fazendo Funcionar
Passo a passo então:1. Instale o web servidor: Baixe o webservidor adequado para seus sistema e instale ele.
2. Copie seu site para a pasta correta
Seja lá qual for o web servidor e sistema operacional há uma pasta onde você deve colocar o seu site para que fique disponível na rede. Normalmente os web servidores são ativados automaticamente quando são instalados. A página inicial normalmente deve se chamar index.html.
Android: No caso do Palapa Web Server a pasta é /sdcard/pws/www
Linux: No caso do Apache2 a pasta é /var/www/html . Cuidado com as permissões, para garantir que qualquer um possa ver os arquivos.
3. Teste o funcionamento
O primeiro teste é abrir o navegador e digitar no campo de endereço 'localhost'. Se a sua página apareceu, seu site está funcionando e seu web servidor também.
O segundo teste é digitar no campo de endereço do navegador seu ip, algo tipo '10.42.0.1'. Em alguns casos também é preciso indicar a porta que normalmente é 8080 (ou 80), ficando assim '10.42.0.1:8080'. Se aparecer sua página isso significa que seu site está pronto para ser acessado por outros dispositivos conectados na rede.
O terceiro teste é conectar um dispositivo (PC, smartfone, notebook, etc.) na rede, seja por cabo ou wi-fi, abrir o navegador do dispositivo e digitar no campo endereço o ip do dispositivo onde está o site. Se sua página aparece no outro dispositivo conectado isso é a prova definitiva que seu site está pronto para ser acessado por outros dispositivos.
Como os outros podem acessar seu site?
Dois modos principais:1. Você divulgando sua rede e/ou seu site e endereço de ip onde está o site. E a forma mais comum de alguém entrar no seu site.
2. A pessoa fazendo uma varredura por portas abertas nos dispositivos conectados na rede. No Linux um programa que recomendo que faz isso é o 'Zenmap'. É a forma mais incomum de alguém acessar seu site já que poucos fazem esse tipo de varredura. Mas isso é interessante caso um site de algum amigo mude de ip e você queira encontrar rapidamente. Você também pode usá-lo para saber quantos dispositivos estão conectados na rede no momento. No Android existe o Net Scan (https://play.google.com/store/apps/details?id=com.wwnd.netmapper) e o Fing (http://www.apk4fun.com/apk/1070/), entre outros.
Concluindo
Hospedar sites em redes locais ou redes livres é um recurso pouco conhecido e pouco utilizado mas que pode ser útil em diferentes momentos, como por exemplo se você quer compartilhar um conteúdo com várias pessoas ao mesmo tempo e elas estão próximas a você. Também permite que o conteúdo fique acessível sem depender da Internet e sem custos financeiros.Espero que possam usam esse recurso e facilitar o acesso a informação e ao lazer para além da Internet e sua vigilância e censura.
29 de janeiro de 2014
A Serralha
Pesquisa de Adrian Rupp
Nome Científico: Sonchus oleraceus L.
Família: Asteraceae
Sinônimos científicos[3]:
Sonchus mairei H. Lév., Sonchus ciliatus Lam., Sonchus jacinthoides DC., Sonchus parviflorus Lej.
Nomes populares[3]:
chicória-brava, ciúmo, serralha-branca, serralha-lisa, serralheira, cerraia[1].
Origem: Europa[1]
Descrição[3]:
herbácea anual, ereta, lactescente, de textura um pouco carnosa, glabra, pouco ramificada, de 40-110 cm de altura. Folhas sésseis, as superiores inteiras, as inferiores, irregularmente partidas, de base auriculada, de 6-17 cm de comprimento. Flores reunidas em capítulos grandes, dispostas em panículas terminais. Os frutos são aquênios compridos contendo um tufo de pelos em uma das extremidades que auxilia na sua disseminação pelo vento.
- Composição nutricional[1]:
Análise química em 100g:
Energia: 19kcal (poucas calorias)
Proteína: 2,10g (Mais proteína que a couve)
Lipídios: 0,30g (Mais lipídios que a couve)
Carboidratos: 3,50g
Fibra: 0,40g (poucas fibras)
Ca (Cálcio): 112mg (Mais Cálcio que o Chuchu)
P (Fósforo): 36,0mg
Ferro: 3,10mg (Mais Ferro que o Chuchu)
Vitamina A: 480,0mg (Mais Vitamina A que o Chuchu)
Vitamina B1: 0,07mg
Vitamina B2: 0,12mg
Niacina: 0,60mg
Vitamina C: 5,0mg (pouca vitamina C)
Clima e Solo:
Cresce espontaneamente em solos agrícolas de quase todo o Brasil, onde é considerada planta daninha[3].
A cultura apresenta um melhor desenvolvimento em condições de clima ameno[1]. Temperaturas baixas e dias curtos inviabilizam seu cultivo[1]. Em regiões propícias ao seu desenvolvimento, podem vegetar naturalmente através de sementes disseminadas pelo terreno[1].
É uma planta que não é muito exigente quanto à fertilidade do solo[1]. Possui melhor desenvolvimento em solos areno - argilosos, com bom teor de matéria orgânica, boa drenagem e pH entre 5,5 e 6,5[1].
Preparo do solo[1]:
No caso do preparo convencional, aração e gradagem, atentando-se para a adoção de práticas conservacionistas. Em seguida, efetuam-se o levantamento de canteiros e a adubação. Os canteiros deverão ter as seguintes dimensões: 1,20 m x 20 m x 0,25 m.
Época de plantio[1]:
Em regiões de clima ameno e altitude superior a 800 metros, pode ser plantada o ano todo. Nas regiões mais quentes e altitudes mais baixas, plantar no período de março a junho. A preferência é para plantios de outono-inverno.
Calagem e Adubação[1]:
A correção do solo deverá ser feita em função da análise. Corrigir o pH com calcário, para uma faixa de 5,5 a 6,5.
Na adubação de plantio é recomendado a incorporação de adubos fosfatados e de matéria orgânica. Para diferentes tipos de solos recomenda-se em média 80 a 120
kg de P2O5 / ha. Para adubação com N e K2O podem ser consideradas as doses totais respectivamente de 80 e 100 kg/ha.
Plantio[1]:
A serralha é semeada em canteiros “sementeira”, em sulcos distanciados de 25 a 30 cm e a uma profundidade de 1 cm. As sementes germinam em 10 -15
dias. Quando as mudas atingirem cerca de 7 a 10 cm de altura, são transplantadas em canteiros definitivos, no espaçamento de 30 x 30 cm. Os canteiros definitivos devem ter de 15 a 20 cm de altura, 1 m de largura e 10 m de comprimento. As mudas também podem ser produzidas em bandejas, saquinhos de papel ou por outro método.
Tratos culturais[1]:
A cultura deve ser mantida no limpo, com a realização e capinas. As irrigações devem ser feitas de forma que o solo se mantenha com a umidade necessária e garanta o bom desenvolvimento das plantas, durante todo o ciclo.
Pragas e doenças[1]:
A serralha é uma planta que, até o momento, não apresenta relatos do ataque de pragas. Raramente ocorre ataque de doenças causadas por fungos, principalmente o oídio, e manchas bacterianas nas folhas. Por isso, recomenda-se evitar o plantio em locais com pouca incidência de raios solares.
Quando possível, deve-se adotar formas alternativas ou ecológicas para prevenção e controle de pragas e doenças.
Colheita[1]:
Inicia-se aos 50 a 60 dias após a semeadura, quando as folhas estão bem desenvolvidas e tenras. É feita pelo corte das folhas mais velhas e nas horas mais frescas do dia. Repete-se a operação, em sucessivos cortes, a cada 30 dias. Geralmente, a cultura proporciona 6 cortes ou colheitas. Poderá também ser colhida toda a planta no momento que antecede a floração.
Após o corte das folhas ou de toda parte aérea das plantas, faz-se uma seleção, elimina-se as que tenham defeitos e as folhas passadas do ponto de colheita. Lavar as em água corrente e de boa qualidade. Logo a seguir, amarra-se as folhas ou plantas, em maços. Cada maço pesa 0,1 kg a 0,2 kg.
Os maços de serralha são embalados em caixas plásticas (caixa de mercado) ou engradados com 4 kg, no mercado de São Paulo. Em Minas Gerais, as embalagens contêm 2 dúzias de maços e pesam 8 kg. O transporte deve ser feito à noite, visando evitar o calor do dia. Pode produzir algo como 6.400 dúzias de maços/ha ou 15.300kg/ha
Uso Alimentar
Planta muito saborosa, da família do alface, da chicória e outras hortaliças consagradas, como o picão e do dente-de-leão. Se colhida e consumida no inverno ou na primavera, antes da floração, tem sabor levemente amargo, pouco látex e folhas tenras. Associada a comidas pesadas, como feijão ou carnes, cozida ou crua, facilita a digestão.[2]
Seu consumo é feito em saladas, quando as folhas estão bem tenras, ou refogadas.[1]
Uso Medicinal[3]
É considerada anti-inflamatória e diurética, sendo empregada contra anemia carencial, astenia e como auxiliar no tratamento de problemas hepáticos e biliares. Externamente é usada contra dores de origem reumática e como cicatrizante. O decocto das folhas é antidisentérico e antidiarreico; o látex em uso externo cura terçóis.
Para problemas estomacais, hepáticos e intestinais é indicada na forma de chá, preparado adicionando-se água fervente em uma xícara (chá) contendo 1 colher (sobremesa) da planta fresca picada e ministrando-o na dose de 1 xícara (chá) antes das principais refeições. Contra cistites, edemas, afecções das vias urinárias e como diurético, é indicado o seu chá, preparado com duas colheres (sopa) da planta fresca picada em 1/2 litro de água em fervura durante 5 minutos, administrando-se à vontade durante o dia até as 17 horas.
É recomendada também em uso externo contra feridas, chagas, pruridos, eczemas, úlcera varicosa e escaras na forma de compressas, preparadas amassando-se em pilão 3 colheres (sopa) da planta fresca picada, adicionando-se 1 colher (sopa) de glicerina e misturando-se bem até formar uma pasta, que deve ser esparramada em gaze e aplicada 2-3 vezes ao dia na área afetada.
Fontes:
[1] Manual de Hortaliças não-convencionais, Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, 2010.
[2] Cartilha BIODIVERSIDADE PELA BOCA, 2009.
[3] Plantas Medicinais no Brasil - Nativas e Exóticas, Harri Lorenzi e F.J. Abreu Matos, 2002.
23 de janeiro de 2014
Palavras-Chave para a Autossustentabilidade
Por Adrian Rupp
Lista de expressões sobre conhecimentos e técnicas para a autossustentabilidade.
Com certeza não esgota o tema mas pode ser um ponto de partida e apresentar novas alternativas.
Água:
SODIS, Destilador solar, filtro de areia, carneiro hidráulico, canos de bambu, açude, cisterna, banho de aspersor, aquecedor de mangueira, água da chuva,
Alimentação:
PANCs (plantas alimentícias não-convencionais), Agricultura Orgânica, Meliponicultura (criação de abelhas nativas), Compostagem, Fogão Solar, Secador Solar de alimentos, geladeira do deserto (pot-in-pot), horta vertical, agrofloresta, planta indicadora, Agroecologia, galinheiro móvel,
Saúde:
Plantas Medicinais, Urinoterapia, cura pelas mãos, salmoura, bonsai, kefir, farinha de casca de ovos, caixa de energia orgônica, carvão ativado,
Transporte:
Bicicleta, furoshiki, biocombustível, Parapente, Doma racional, Off-road,
Moradia:
Bioconstrução, superadobe, adobe, bioarquitetura, permacultura, bambu, Bason, sanitário seco, marcreto, Yurt,
Têxtil:
Trico, Trico de dedos, crochê, roca, angora, algodão, agave(sisal), Boehmeria nivea(rami), Musa textilis, Linum usitatissimum, Phormium tenax, Linum usitatissimum, Cocos nucifera, Cannabis ruderalis,
Energia:
Fotocélula, Gerador Eólico, moinho-barril, biodigestor, monjolo, corda (mola),
Telecomunicações:
Informática autossustentável, redes livres, walkie-talkie, rádio amador, sinal de fumaça, pombos correios, Cantenna,
Lista de expressões sobre conhecimentos e técnicas para a autossustentabilidade.
Com certeza não esgota o tema mas pode ser um ponto de partida e apresentar novas alternativas.
Água:
SODIS, Destilador solar, filtro de areia, carneiro hidráulico, canos de bambu, açude, cisterna, banho de aspersor, aquecedor de mangueira, água da chuva,
Alimentação:
PANCs (plantas alimentícias não-convencionais), Agricultura Orgânica, Meliponicultura (criação de abelhas nativas), Compostagem, Fogão Solar, Secador Solar de alimentos, geladeira do deserto (pot-in-pot), horta vertical, agrofloresta, planta indicadora, Agroecologia, galinheiro móvel,
Saúde:
Plantas Medicinais, Urinoterapia, cura pelas mãos, salmoura, bonsai, kefir, farinha de casca de ovos, caixa de energia orgônica, carvão ativado,
Transporte:
Bicicleta, furoshiki, biocombustível, Parapente, Doma racional, Off-road,
Moradia:
Bioconstrução, superadobe, adobe, bioarquitetura, permacultura, bambu, Bason, sanitário seco, marcreto, Yurt,
Têxtil:
Trico, Trico de dedos, crochê, roca, angora, algodão, agave(sisal), Boehmeria nivea(rami), Musa textilis, Linum usitatissimum, Phormium tenax, Linum usitatissimum, Cocos nucifera, Cannabis ruderalis,
Energia:
Fotocélula, Gerador Eólico, moinho-barril, biodigestor, monjolo, corda (mola),
Telecomunicações:
Informática autossustentável, redes livres, walkie-talkie, rádio amador, sinal de fumaça, pombos correios, Cantenna,
5 de junho de 2013
Receitas com Cascas de Bananas
A casca de banana tem o dobro de potássio, 0,9 g, em relação ao encontrado na polpa da fruta, com 0,4 g.
http://www.unesp.br/aci/jornal/213/desperdicio.php
Caponata de casca de banana
Por: João AlcantaraRendimento: 4 porções
Você precisa de:
Bananas verdes, 6
Pimentão vermelho, ½
Pimentão amárelo, ½
Dente de alho, 5
Tomates, 2
Limão, 1
Passas brancas e pretas, 2 colheres de (sopa)
Amêndoas, 50 g
Manjericão, ½ maço
Sal, A gosto
Pimenta-do- reino, A gosto
Azeite, A gosto
Passos
1 Cozinhe a banana verde em panela de pressão por 10 min., retire logo após o cozimento.
2 Pique a casca da banana e reserve.
3 Em uma travessa disponha, tomate, pimentão vermelho, pimentão amarelo, os dentes de alho, as casca da banana e as passas, tempere com azeite e sal, leve para assar.
4 Ao retirar do forno decore com amêndoas e manjericão.
http://www.bemsimples.com/br/receitas/4667-caponata-de-casca-de-banana
Caponata de Casca de Banana Verde2
Ingredientes:- casca da banana verde (já foi cozida)
- azeite;
- pimentão picado;
- cebola picada;
- alho picado;
- castanhas;
- cheiro verde;
- uva passa;
- orégano;
- azeitona
- aceto balsâmico (pouco)
Obs: nessa receita eu coloquei: champignon em fatias e não coloquei pimentão e alho.
Obs 2: nessa receita eu acrescentei 2 col de sopa de óleo de noz-pecã
Modo de fazer: Pique as cascas da banana com um tesoura. Coloque num
refratário e adicione os outros ingredientes. Deixe na geladeira por 1 dia para pegar o sabor.
http://nutricionistaliciavendruscolo.blogspot.com.br/2011/09/receita-de-caponata-de-casca-de-banana.html
Ovos Mexidos com Casca de Banana
Ingredientes:cascas de 4 bananas
1 cubo de caldo de galinha
1 ovo
Como fazer:
Refogue as cascas picadas de quatro bananas com um cubo de caldo de galinha. Quando estiver dourado, acrescente um ovo. Cada prato dá para quatro pessoas.
http://www.chefedecozinha.net/ovos-mexidos-com-casca-de-banana/
ou
http://www.aguanaboca.org/receita/ovos-mexidos-com-casca-de-banana/
Docinho de casca de banana
Tipo de prato: SobremesaPreparo: Rápido (até 30 minutos)
Rendimento: 10 porções
Dificuldade: Fácil
Categoria: Docinho e salgadinho
Calorias: 138 por porção
Ingredientes:
.1 dúzia de cascas de banana maduras lavadas e cortadas
.1/2 xícara (chá) de água
.2 xícaras (chá) de açúcar mascavo
.2 colheres (sopa) de farinha de trigo
.4 cravos-da-índia
.1 colher (sopa) de margarina
Modo de preparo:
Ponha em uma panela as cascas de banana e adicione 1/2 xícara (chá) de água. Cozinhe até as cascas ficarem macias. Retire do fogo e reserve separadamente as cascas e a água. Transfira as cascas para o liquidificador e bata até virar uma pasta. Se necessário adicione um pouco da água reservada. Retire do liquidificador e passe por uma peneira grossa. Acrescente o açúcar, a farinha, os cravos e leve ao fogo baixo sem parar de mexer até a massa se soltar do fundo da panela. Retire do fogo e acrescente a margarina. Mexa e deixe esfriar. Enrole os docinhos e passe-os em açúcar cristal
http://mdemulher.abril.com.br/culinaria/receitas/docinho-casca-banana-487528.shtml
Pão de Casca de Banana
1 porção = 30gnúmero de porções = 38
Valor nutricional e calórico por porção
calorias = 64 kcal
carboidratos = 13.36 g
proteínas = 1.92 g
lipídios = 0.45 g
Ingredientes
- 6 bananas com casca
- 1 xícara (chá) de água
- 1 xícara (chá) de leite desnatado
- ½ xícara (chá) de óleo
- 30 gramas de fermento fresco
- ½ kg de farinha de trigo
- ½ pitada de sal
- 1 ovo
- 1 colher (sopa) de açúcar light
Modo de Preparo
Bater as cascas de bananas e a água no liquidificador. Juntar o óleo, os
ovos e o fermento e bater mais um pouco. Acrescentar a farinha e o açúcar
e misture. Por último, acrescente o sal e coloque na massa as bananas em
rodelas. Colocar a massa em uma forma untada com margarina e farinha de
trigo. Deixar crescer até dobrar de volume e levar para assar em forno
pré-aquecido.
http://maisequilibrio.terra.com.br/pao-de-casca-de-banana-8-2-7-678.html
ou
http://cybercook.terra.com.br/pao-de-casca-de-banana-rc-6-62106.html
Bife de casca de bananas
cascas de bananastemperos a escolher.
Farinha de rosca e ovo para empanar
Lave bem as cascas da banana.
Bata um pouco com batedor para carne.
Tempere a seu critério(uso sal,e alho socado)
Passe em farinha de rosca, no ovo batido e frite em óleo não muito quente.
Se quiser fazer almôndegas, passe as cascas pelo processador.E repita o
restante do precesso acima.
Cubra com molho de tomates e cebolinhas.
http://cybercook.terra.com.br/bife-de-casca-de-bananas-rc-3-72152.html
“Bife” de casca de banana 2
Ingredientes2 cascas de banana-nanica
1/2 xícara de farinha de trigo integral
4 colheres (sopa) cheias de amido de milho
1/4 de xícara de água
um dente de alho amassado
1 xícara de farelos de pão torrado ou farinha de rosca
sal à gosto
1 pitada de açafrão e 1 pitada de páprica (opcional)
óleo para fritar
Preparo
Com a banana ainda intacta, lave bem a casca com uma escovinha para
alimentos. Descasque e corte as pontas da casca de banana. Esfregue alho e
uma pitada de sal nas cascas e deixe descansar por cerca de 30 minutos.
Misture a água com o amido de milho, o açafrão e a páprica. Mergulhe a
casca nesta mistura, deixe escorrer o excesso e passe a casca na farinha
de trigo; mergulhe novamente na mistura de amido e passe na farinha de
rosca. Leve para fritar em óleo quente e doure dos dois lados.
http://www.veggietal.com.br/bife-casca-banana/
Brigadeiro de casca de banana
10 cascas de banana1 litro de água
3 xicaras de farinha de trigo
3 xicaras de açúcar
2 xicaras de achocolatado em pó
2 xicaras de leite
1 xicara de leite em pó
2 colhres(sopa) de manteiga
5 cravos da índia.
em uma panela coloque as cascas de bananas lavadas e picadas,a água,o
açúcar,o cravo e cozinhe até que esteja mole,não deixe secar toda a
água,sobra 1/2 litro
retire do fogo
em um liquidificador coloque as cascas já mornas,a
farinha,oachocolatado,oleite em pó e o leite e bata tudo
leve de volta ao fogo até soltar do fundo da panela
deixe esfriar
pode rechear bolos ou fazer como brigadeiro.
http://cybercook.terra.com.br/brigadeiro-de-casca-de-banana-rc-8-107365.html
Brigadeiro de Casca de Banana
Ingredientes3 cascas de banana em tiras
água
1 xícara de chá de açúcar
2 colheres de sopa de margarina
4 colheres de sopa de farinha de trigo
1 xícara de chá de leite morno
1 xícara de chá de leite em pó
2 colheres de sopa de achocolatado
1 xícara de chá de chocolate granulado
Modo de Preparo
Numa panela, coloque as cascas de banana com o açúcar e cozinhe até ficar
pastoso. Acrescente os demais ingredientes, exceto chocolate granulado, e
mexa até desprender do fundo da panela. Coloque num prato e deixe esfriar.
Faça bolinhas, passe-as no chocolate granulado e coloque-as em forminhas
apropriadas.
http://rainydays.com.br/como-reaproveitar-a-casca-da-banana/
Brigadeiro Mole de Casca de Banana
IngredientesCasca de 6 bananas
½ xícara de chá de água
¼ xícara de açúcar
1 lata de leite condensado
4 colheres de sopa de chocolate em pó
1 colher de sopa de margarina
Chocolate granulado para decorar
Modo de preparo
Lave a casca da banana com água, sabão de coco e uma bucha.
Liquidifique as casacas com a água até formar uma “pastinha” sem pedaços.
Em uma panela, coloque a “pastinha” com o açúcar e deixe apurar no fogo mexendo sempre até que a água seque a “pastinha” engrosse.
Misture o leite condensado, o chocolate em pó e a margarina.
E prossiga como se fosse um brigadeiro normal
E ai suas opções se multiplicam!!!! RSRSRSRSRSRS
- Sirva em tacinhas como brigadeiro mole decorando com o chocolate granulado.
- Uma super dica é usar para fazer cobertura ou recheio de bolo, rocamboles etc, além de render muuuuuito mais, irá deixar seu doce com um toque suave de banana sem que ninguém nem sonhe que você aproveitou os nutrientes da casa!
- Para fazer as tradicionais bolinhas, deixe um pouco mais de tempo no fogo, e espere esfriar antes de enrolar!
- E acrescente creme de leite e tenha um delicioso ganache, que serve para doces e para fazer trufas!
http://www.multiplos.com.br/servicos/receitas/item/394-brigadeiro-mole-de-casca-de-banana
Doce de casca de banana
Casca de 6 bananas nanicas2 xicaras (chá) de açúcar
1 xicara (chá) de água
1 colher (sopa) de suco de limão
4 cravos
2 pedaços de canela de pau
Numa panela média,junte as cascas de bananas e cubra com água.Leve ao fogo
médio e deixe ferver por cinco minutos ou até ficarem macias.Escorra e
corte em pedaços.Bata no liquidificador até obter um purê.Ponha novamente
na panela e junte os demais ingredientes.Leve ao fogo médio com a panela
semitampada,mexendo às vezes até a mistura se soltar do fundo.Retire do
fogo,deixe esfriar e sirva.
http://cybercook.terra.com.br/doce-de-casca-de-banana-rc-8-32891.html
Doce de Casca de Banana
1 hora - 2 porçõesIngredientes
3 xícaras (chá) de casca de banana
2 xícaras (chá) de água, mais ou menos, para cozimento das cascas
3 xícaras (chá) de água
1 1/2 xícaras (chá) de açúcar
Cravo, canela em pó, gengibre em pó a gosto
1/3 de banana cortada em pedaços pequenos
modo de preparo
Lave bem as cascas de banana, divida em três partes no sentido do
comprimento e corte em pedaços pequenos. Cozinhe com as duas xícaras de
água por 20 minutos e depois coe. Junte as 3 xícaras de água, o açúcar, o
cravo, a canela, o gengibre, as cascas de banana pré cozidas e deixe
ferver por 40 minutos mais ou menos, até atingir o ponto de bala mole.
Quando as bolhas começarem a ficar mais espessas, desligue o fogo. Coloque
as rodelas de banana. Deixe esfriar e sirva com queijo, bolo, etc.
http://tvg.globo.com/receitas/maisvoce/doce-de-casca-de-banana-4d505e8652e0b252bc00020c
Mariola
Ingredientes- 2 copos de cascas de bananas dágua trituradas
- 1 copo de bananas esmagadas
- 1 copo de açúcar
- 1/4 de copo de farinha de trigo
- 2 colheres (sopa) de sumo de limão
Modo de Preparo
Lave as bananas em água corrente antes de retirar as cascas. Triture as
cascas no liquidificador com um pouco de água. Misture as cascas, as
bananas esmagadas, o açúcar, o sumo de limão e a farinha de trigo, leve ao
fogo até secar a água. Volte ao fogo até dar o ponto de pasta (dura).
Derrame em mármore untada, trabalhando um pouco a massa. Modele as
mariolas e passe em açúcar. Deixe secar ao sol.
http://cybercook.terra.com.br/mariola-rc-8-19264.html
Geleia de casca de banana
Ingredientes6 cascas de banana nanica maduras
1 copo de água
2 xícaras (chá) de açúcar
01 colher (sopa) de suco de limão
canela a gosto
Modo de preparo
Lavar as cascas e pôr para cozinhar até ficarem macias.
Deixar esfriar.
Bater no liquidificador até ficar creme.
Voltar à panela e juntar os ingredientes restantes.
Mexer até soltar do fundo da panela.
Colocar em vidros e deixe esfriar para utilizar.
Informações adicionais
Validade: até 2 meses na geladeira
http://www.almanaqueculinario.com.br/receita/doces-e-sobremesas/geleia-de-casca-de-banana-15373.html
GELÉIA DA CASCAS DAS BANANAS 2
Receita:12 cascas de bananas d'água
1 copo pequeno de água
2 copos pequenos de açúcar
Modo de Fazer:
Lavar muito bem as cascas, picar , bater no liquidificador c/ a água, passar p/ uma panela, acrescentar o açucar e levar ao fôgo baixo até ficar espelhado (brilhante).
http://piteisdadinha.blogspot.com.br/2012/08/geleia-de-casca-de-banana-receita.html
Farofa de banana (com casca)
IngredientesServe : 8
2 colheres (sopa) de manteiga
2 colheres (sopa) de cebola picada
3 bananas com casca, cortadas em rodelas
2 xícaras de farinha de mandioca torrada
Sal a gosto
2 colheres (sopa) de salsa picada
Modo de preparo
Preparo:15mins › Pronto em:15mins
Em uma frigideira grande (ou uma panela) aqueça a manteiga e refogue a
cebola. Frite as rodelas de banana e depois junte a farinha de mandioca.
Mexa e cozinhe até a farinha aquecer bem.
Tempere com sal e polvilhe com a salsinha picada.
http://allrecipes.com.br/receita/6311/farofa-de-banana--com-casca-.aspx
Farofa de casca de banana 2
Ingredientes:1 xícara (chá) de farinha de mandioca
1 xícara (chá) de farinha de milho
Cascas de 3 bananas
Cheiro-verde a gosto
1 cebola média picada
1 dente de alho grande
2 colheres (sopa) de óleo
1 dente de alho grande
2 colheres (sopa) de óleo
2 ovos cozidos
Modo de preparo:
Em uma panela, faça um refogado com óleo, cebola e alho. Em seguida, acrescente as cascas de bananas picadas e refogue até que fiquem macias. Acrescente a farinha de mandioca e a farinha de milho, mexendo até que comece a ficar dourada. Acrescente os ovos cozidos picados e o cheiro-verde picado, misture bem.
Rendimento: 10 porções.
http://www.telessaudesp.org.br/programa/diabetes/receita-farofa.aspx
Petiscos de Casca de Banana Marinada
Preparo: 10 minutos + o tempo de marinarCozimento: 5 minutos
Dificuldade: Fácil
Rendimento: 4
Ingredientes
Cascas de 6 bananas orgânicas
1 colher de sopa de Azeite de Oliva (para a marinada)
3 Dentes de Alho Esmagados
Tomilho, manjericão, cheiro verde a gosto
03 colheres de Shoyu sem Glúten
3 colheres de sopa de Farinha de Mandioca
3 colheres de sopa de Mandiokejo em pó (para empanar)
Sal e Curry a gosto
Óleo de Palmiste para fritar (pode ser assado tbém)
Instruções de preparo
Esmague o alho e misture ao shoyu e ao azeite. Acrescente as ervas frescas e misture.
Corte as cascas no formato desejado e mergulhe-as no tempero preparado.
Aguarde meia hora ou mais. Pode-se deixar marinando por mais tempo.
Misture a farinha de mandioca, o Mandiokejo (em pó mesmo) e tempere com um pouco de curry.
Retire as cascas da marinada passe pela mistura para empanar e frite.
Também pode ser assado em fogo médio por 15 minutos.
Referências
Receita desenvolvida para o Menu Vegano.
http://www.menuvegano.com.br/article/show/1142/petiscos-de-casca-de-banana-marinada
Bananada de casca (SESC-SP)
Ingredientes1 kg de casca de banana
1 kg de açúcar
1 1 1/2 xícara de água
1 sachê de gelatina branca sem sabor
açúcar para passar os doces
margarina para untar
Modo de preparo
Trabalhar com as cascas como nos outros doces. Levar para a panela o purê, juntar o açúcar e deixar cozinhar, mexendo sempre. À parte, hidratar a gelatina com 1/2 xpicara de água restante. Quando o doce estiver quase pronto, colocar a gelatina hidratada e deixar voltar ao ponto mexendo sempre para não queimar. Quando soltar da panela, retirar do fogo e colocar em um recipiente untado com margarina. Deixar esfriar e colocar na geladeira até o dia seguinte. Depois, cortar em pedaçoes e passar no açúcar.
http://rainydays.com.br/como-reaproveitar-a-casca-da-banana/
Torta de casca de banana (SESC-SP)
Ingredientes12 colheres de (sopa) farinha de trigo
10 colheres de (sopa) de açúcar
1 colher de (sopa) de fermento em pó
4 ovos batidos
casca de 6 bananas picadinhas
Modo de preparo
Misture a farinha, o açúcar e o fermento. Unte uma assadeira com bastante margarina. Coloque a metade da massa, uma camada de casca de bananas cortadas e depois, o restante da massa. Bata os ovos e jogue por cima da torta. Leve para assar em forno aquecido por 20 minutos.
http://rainydays.com.br/como-reaproveitar-a-casca-da-banana/
Bolo de casca de banana
Tempo de preparo 1h 00minRendimento 20 porções
Massa:
4 unidades de casca de banana
2 unidades de ovo
2 xícaras de leite
2 colheres de margarina
3 xícaras de chá de açúcar
3 xícaras de chá de farinha de rosca
1 colher de sopa de fermento em pó
Cobertura:
1/2 xícara de chá de açúcar
1 xícara e 1/2 de chá de água
4 unidades de banana
1/2 unidade de limão
Modo de Preparo
Lave as bananas e descasque
Separe 4 xícaras de casca para fazer a massa
Bata as claras em neve e reserve, na geladeira
Bata no liquidificador as gemas, o leite, a margarina, o açúcar e as cascas de banana
Despeje essa mistura em uma vasilha e acrescente a farinha de rosca
Mexa bem
Por último, misture delicadamente as claras em neve e o fermento
Despeje em uma assadeira untada com margarina e farinha
Leve ao forno médio pré- aquecido por aproximadamente 40 minutos
Para a cobertura:
Queime o açúcar em uma panela e junte a água, fazendo um caramelo
Acrescente as bananas cortadas em rodelas e o suco de limão
Cozinhe
Cubra o bolo ainda quente
Dica banana é rica em potássio
http://tudogostoso.uol.com.br/receita/9693-bolo-de-casca-de-banana.html
Bolo de casca de banana 2
Ingredientes- 2 xíc. (chá) de casca de banana madura picada
- ½ xíc. (chá) de água
- 4 gemas
- 5 col. (sopa) rasas de margarina
- 2 e ½ xíc. (chá) de açúcar
- 3 xíc. (chá) de farinha de trigo
- 2 col. (sopa) de fermento em pó
- Canela para polvilhar
- 4 claras em neve
Modo de fazer
Bata no liquidificador as cascas de banana com a água. Reserve. Na batedeira, coloque as gemas, a margarina e o açúcar. Bata até ficar homogêneo. Misture as cascas de banana batidas, a farinha de trigo e o fermento em pó. Por último, incorpore as claras em neve, mexendo suavemente. Coloque a massa em uma assadeira untada e polvilhada com farinha. Salpique canela em pó sobre a massa e leve para assar em fogo médio por 30 a 35 minutos ou até a massa ficar assada.
Rendimento: 15 porções
Tempo de preparo: 1 hora
Calorias por porção: 168 cal.
http://corpoacorpo.uol.com.br/dieta/receitas-light/bolo-de-casca-de-banana/1695
14 de maio de 2013
Mini Arquivos

Por Adrian Rupp
Seguindo a linha dos CDs temáticos com informações para a autossustentabilidade estou lançando agora novas versões ultracompactas.
O objetivo é permitir um acesso fácil a conhecimentos através de arquivos digitais minúsculos de no máximo 70Kb.
Tomei como referencia o racionamento de disquetes de 1,4Mb. Assim estes arquivos podem ser armazenados em qualquer mídia que tenha mais de 1,4Mb. Os arquivos são tão pequenos que podem ser mantidos em pendrives ou adicionados em gravações de CDs de dados sem comprometer o uso destas mídias.
O tamanho reduzido também permite que sejam enviados via redes de computadores mesmo com taxas de transferência extremamente baixas.
Foi dado preferencia para arquivos dos tipos .txt e .jpg que podem ser lidos em praticamente qualquer sistema operacional, mesmo em equipamentos com baixo poder de processamento.
Claro que não possuem o volume de informações disponíveis nos CDs que estão neste blog, porém são uma alternativa mais acessível a técnicas de autossustentabilidade.
Os arquivos estão em formato .zip para facilitar o download porém sugiro que sejam armazenados sem compressão para agilizar o acesso.
Alimentação
http://www.4shared.com/zip/ozJN6Ljp/Alimentacao-Dsk.html
Saúde
http://www.4shared.com/zip/f4fQfk6r/Saude-Dsk.html
Saúde bocal
http://www.4shared.com/zip/bcowoif0/Dente-Dsk.html
Telecomunicações autossustentáveis
http://www.4shared.com/zip/wxeOIPjj/Telecom-Dsk.html
Defesa Pessoal
http://www.4shared.com/zip/ehwKKBsd/DefesaPessoal_DSK.html
9 de maio de 2013
Como Fazer Lixívia
Original de Steve Sparkes
Fabricar sabão caseiro pode ser uma atividade muito compensadora. O fabrico de sabão caseiro permite experimentar com ingredientes diferentes para produzir sabões com aromas e texturas diferentes.
O processo de fabrico é simples, controlado e o sabão só leva os ingredientes que nós quisermos. O fabrico de sabão segue um processo básico usado há séculos em muitas partes do mundo. Os ingredientes básicos são sebo e lixívia. A lixívia pode ser comprada no mercado mas também pode ser feita em casa usando apenas cinzas e água da chuva.
Os sabões comerciais são normalmente feitos com soda cáustica (hidróxido de sódio). O sabão caseiro, quando feito com lixívia extraída das cinzas, é feito com potassa cáustica (hidróxido de potássio). Como resultado temos um sabão caseiro que é menos agressivo à pele.
O que é preciso
Óculos protectores, luvas de borracha e avental
Cinzas de lenha de madeiras duras
Água da chuva
2 baldes de plástico
Instruções
Como fazer lixívia
Aproveitar a cinza (o pó branco ou cinzento claro) da fogueira ou do fogão a lenha. Retiram-se todos os pedacinhos de carvão ainda por queimar. Deve-se usar cinza que se obtém da queima de lenha de madeiras duras. Lenha de pinheiros não é boa. Lenha de árvores de fruto são boas. As cinzas da queima de folhas de palmeiras, se forem bem secas, também são boas.
Fazer um buraco com 3mm de diâmetro no fundo de um dos baldes (verde na imagem) e usar um pequeno pau para tapar o buraco. Este pau serve de rolha.
Deve-se colocar este balde acima do nível do chão, em cima de dois blocos de cimento por exemplo, de modo que o outro balde (vermelho na imagem) possa ser colocado por baixo para apanhar o líquido que sairá do balde (verde) de cima.
Colocar uma camada de 5cm de areia fina no fundo do balde (verde).
Encher de cinzas, até 1/3 da altura, acamando bem à medida que se vai enchendo.
Aquecer meio balde de água da chuva até começar a ferver.
Com cuidado despejar alguma desta água a ferver em cima das cinzas.
Estamos a produzir uma substância cáustica, lixívia, e deve-se ter muito cuidado.
Devem-se usar óculos protetores, luvas e avental. Podem salpicar água quente e cinzas. Ouvem-se assobios e estalidos á medida que a água quente entra em contacto com as cinzas.
Espere até que a água comece a ser absorvida pelas cinzas. Depois adicione mais água quente. Repetir até ter adicionado a água toda.
Retire o pau do fundo do balde de cima (verde) e deixe o líquido escoar todo para o balde inferior (vermelho). Este processo é lento e pode durar horas ou mesmo dias.
Quando deixar de sair líquido (lixívia) deite-o numa panela de aço e aqueça até começar a ferver.
Despeje este líquido de novo no balde com as cinzas (verde) e repita o processo acima até que atinja a concentração desejada.
Para verificar a concentração coloque um ovo cru no líquido.
Boa - o ovo cru deve flutuar no líquido apenas com um pouco fora do líquido.
Fraca - o ovo afunda, repita os passos acima.
Forte - o ovo flutua demais, adicionar água da chuva.
Jogue o ovo fora! Não é bom para consumo.
Quando chegar ao ponto em que o ovo flutua apenas com um pouco acima do líquido, deixe esta solução de lixívia numa vasilha rasa ao sol até o líquido evaporar deixando no fundo cristais de lixívia (potassa cáustica).
Guarde a lixívia em sacos de plástico para usar quando formos fazer sabão.
Mais informações:
http://www.ehow.com/how_7685308_make-soap-ashes-tallow.html#ixzz1zIiGY8Ym
http://ahortaencantada.blogspot.pt/2010/12/o-renascer-das-cinzas.html
Cuidados especiais
Lixívia é uma base, é uma substância alcalina.
Estas substâncias são cáusticas e queimam ao contacto.
Podem provocar danos no sistema nervoso.
Tenha muito cuidado!
Recomendações importantes:
Use luvas de borracha resistentes a produtos químicos.
Use óculos protetores de segurança.
Avental e proteção (vestuário) para a pele como calças, mangas compridas, etc.
Estude um pouco sobre como tratar emergências com produtos químicos.
Especialmente no que se refere a lidar com lixívia caso toque na pele ou nos olhos.
Passe queimaduras por água fria imediatamente.
Não use vinagre.
Chame o telefone de emergências imediatamente.
Mantenha for a do alcance de crianças.
Não guarde perto de substâncias inflamáveis.
Lixívia corrói alguns metais.
Fonte:
http://steppingforwardpt.blogspot.com.br/2012/07/51a-lixivia-de-cinzas.html
Fabricar sabão caseiro pode ser uma atividade muito compensadora. O fabrico de sabão caseiro permite experimentar com ingredientes diferentes para produzir sabões com aromas e texturas diferentes.
O processo de fabrico é simples, controlado e o sabão só leva os ingredientes que nós quisermos. O fabrico de sabão segue um processo básico usado há séculos em muitas partes do mundo. Os ingredientes básicos são sebo e lixívia. A lixívia pode ser comprada no mercado mas também pode ser feita em casa usando apenas cinzas e água da chuva.
Os sabões comerciais são normalmente feitos com soda cáustica (hidróxido de sódio). O sabão caseiro, quando feito com lixívia extraída das cinzas, é feito com potassa cáustica (hidróxido de potássio). Como resultado temos um sabão caseiro que é menos agressivo à pele.
O que é preciso
Óculos protectores, luvas de borracha e avental
Cinzas de lenha de madeiras duras
Água da chuva
2 baldes de plástico
Instruções
Como fazer lixívia
Aproveitar a cinza (o pó branco ou cinzento claro) da fogueira ou do fogão a lenha. Retiram-se todos os pedacinhos de carvão ainda por queimar. Deve-se usar cinza que se obtém da queima de lenha de madeiras duras. Lenha de pinheiros não é boa. Lenha de árvores de fruto são boas. As cinzas da queima de folhas de palmeiras, se forem bem secas, também são boas.
Fazer um buraco com 3mm de diâmetro no fundo de um dos baldes (verde na imagem) e usar um pequeno pau para tapar o buraco. Este pau serve de rolha.
Deve-se colocar este balde acima do nível do chão, em cima de dois blocos de cimento por exemplo, de modo que o outro balde (vermelho na imagem) possa ser colocado por baixo para apanhar o líquido que sairá do balde (verde) de cima.
Colocar uma camada de 5cm de areia fina no fundo do balde (verde).
Encher de cinzas, até 1/3 da altura, acamando bem à medida que se vai enchendo.
Aquecer meio balde de água da chuva até começar a ferver.
Com cuidado despejar alguma desta água a ferver em cima das cinzas.
Estamos a produzir uma substância cáustica, lixívia, e deve-se ter muito cuidado.
Devem-se usar óculos protetores, luvas e avental. Podem salpicar água quente e cinzas. Ouvem-se assobios e estalidos á medida que a água quente entra em contacto com as cinzas.
Espere até que a água comece a ser absorvida pelas cinzas. Depois adicione mais água quente. Repetir até ter adicionado a água toda.
Retire o pau do fundo do balde de cima (verde) e deixe o líquido escoar todo para o balde inferior (vermelho). Este processo é lento e pode durar horas ou mesmo dias.
Quando deixar de sair líquido (lixívia) deite-o numa panela de aço e aqueça até começar a ferver.
Despeje este líquido de novo no balde com as cinzas (verde) e repita o processo acima até que atinja a concentração desejada.
Para verificar a concentração coloque um ovo cru no líquido.
Boa - o ovo cru deve flutuar no líquido apenas com um pouco fora do líquido.
Fraca - o ovo afunda, repita os passos acima.
Forte - o ovo flutua demais, adicionar água da chuva.
Jogue o ovo fora! Não é bom para consumo.
Quando chegar ao ponto em que o ovo flutua apenas com um pouco acima do líquido, deixe esta solução de lixívia numa vasilha rasa ao sol até o líquido evaporar deixando no fundo cristais de lixívia (potassa cáustica).
Guarde a lixívia em sacos de plástico para usar quando formos fazer sabão.
Mais informações:
http://www.ehow.com/how_7685308_make-soap-ashes-tallow.html#ixzz1zIiGY8Ym
http://ahortaencantada.blogspot.pt/2010/12/o-renascer-das-cinzas.html
Cuidados especiais
Lixívia é uma base, é uma substância alcalina.
Estas substâncias são cáusticas e queimam ao contacto.
Podem provocar danos no sistema nervoso.
Tenha muito cuidado!
Recomendações importantes:
Use luvas de borracha resistentes a produtos químicos.
Use óculos protetores de segurança.
Avental e proteção (vestuário) para a pele como calças, mangas compridas, etc.
Estude um pouco sobre como tratar emergências com produtos químicos.
Especialmente no que se refere a lidar com lixívia caso toque na pele ou nos olhos.
Passe queimaduras por água fria imediatamente.
Não use vinagre.
Chame o telefone de emergências imediatamente.
Mantenha for a do alcance de crianças.
Não guarde perto de substâncias inflamáveis.
Lixívia corrói alguns metais.
Fonte:
http://steppingforwardpt.blogspot.com.br/2012/07/51a-lixivia-de-cinzas.html
22 de abril de 2013
Urtigão
Por Adrian Rupp
Nomes populares:[1]
urtigão; urtigão-bravo; urtiga-roxa; ortiga-brava; cansanção-roxa (BA); cansanção; urtiga-brava; urtiga-fogo; urtiga-grande; urtiga-vermelha; cow itch (Inglês); pinhouasú, pyñoasú (Paraguai); pyrfé (Kaingang); ortigón, ortiga brava (Castelhano); nigua (El Salvador); chichicaste, chichicaste blanco, ortiga, nigüilla (Castelhano - América Central); chichicata (Cuba; México); yoreda (Colômbia - Murui); ortiga morada, pringamosa dientona, pringamoza (Colômbia); tártago, cadillo (Venezuela); ortiga grande (Argentina)
Nomes científicos: Urera baccifera (L.) Gaudich. ex Wedd., Urera baccifera var. horrida (Kunth) Wedd., Urtica baccifera L.[3]
Família: Urticaceae
Tipo de folha: Inteira[2]
Margem do limbo: Dentada[2]
Filotaxia: Alterna[2]
Forma de vida: Arbusto fanerofítico[2]
Cultivo:
É considerada planta daninha, pois a presença de pêlos urticantes na planta torna-a muito trabalhosa para ser erradicada.[4]
A presença e quantidade de acúleos variam em função de pressões ambientais, e.g., quando expostas ao sol direto as plantas desenvolvem mais acúleos. Logo, esta espécie é indicada para plantios em locais
parcialmente sombreados, e.g., sistemas agroflorestais.[1]
Floração/frutificação: Verão e outono.[4]
Dispersão: Zoocórica[4]
Hábitat
É encontrada na Amazônia, Cerrado e Mata Atlântica, em florestas úmidas, em áreas bem drenadas, matas ciliares e florestas semidecidual, associadas a solos residuais a partir de rochas ácidas e calcárias; sempre em capões de mata, na orla ou também no interior de matas. É heliófita.[4]
Distribuição geográfica
Apresenta ampla distribuição desde o México, passando pela América Central e Antilhas, até a Argentina, Bolívia, Peru e Brasil.
Ocorre no Norte (Acre), Nordeste (Paraíba, Pernambuco, Sergipe), Centro-Oeste (Mato Grosso, Goiás, Distrito Federal), Sudeste (Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Rio de Janeiro), Sul (Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul) (ROMANIUC NETO, 2010).[4]
Constituintes químicos: nitrato de potássio, acetilcolina, histamina, ácidos fórmico, ácidos gálico, cálcio, caroteno, enxofre, magnésio, potássio, silício, tanino, vitamina C.[3]
Descrição [4]
Arbustos, subarbustos ou arvoretas, 1,5 m a 5,5 m alt., ramos tortuosos, escandentes, fistulosos, sulcados a levemente canaliculados, acinzentados a verde-amarelados, glabros a raramente hispidulosos; acúleos presentes na base e inermes no ápice, reduzidos, raramente ausentes; tricomas urticantes geralmente presentes, decíduos; látex escasso, tornando-se enegrecido quando exposto ao ar. Lâmina foliar (3,8-)8,5-16,7(-25,8) cm. compr., (3,8-)5,5-13,3(-18,7)cm larg., amplamente ovada, às vezes ovada a levemente elíptica, membranácea a subcoriácea ou cartácea; ápice acuminado a agudo, base frequentemente cordada a subcordada, às vezes arredondada a levemente truncada, margem sinuada a serreada ou denteada; face adaxial esparsamente híspida a hispidulosa, áspera ao toque, concreções de carbonato de cálcio geralmente presente, puntiforme, esbranquiçado; face abaxial esparsa a densamente híspida; acúleos 1,7-2,5 mm compr. ao longo das nervuras na face adaxial e na principal da face abaxial; venação actinódroma, ás vezes crespedódroma; cistólitos arredondados ou lineares sobre ou próximas ás nervuras; pecíolos (2,3-)5,7-12,3(-18,4) cm compr., sulcados, fistulosos, rugosos, pubescentes, com acúleos pequenos; estípulas (1,8-)2,4-3,0(-3,5) cm compr., triangulares, decíduas, pubescentes. Inflorescências axilares, cimosas ou paniculadas, dicotômicas ou escorpióides, ramificadas, rosadas; estaminadas (3,2-)3,6-4,0(-5,0) cm compr., pistiladas (1,5-)2,0-3,0(-5,0) cm compr.; pedúnculo corto, densamente pubescente. Flores estaminadas: (1,3-)1,7-2,2(-3,0) mm compr., (1,2-)1,5-1,8(-2,1) mm larg., levemente globosas, às vezes comprimidas, alvo-rosadas, pediceladas; perianto com 5 tépalas, (1,1-)1,3-1,8(-2,0) mm compr., (0,4-)0,7-1,0(-1,3) mm larg., elípticas a agudas; pedicelo 0,4-0,6 mm compr.; estames 5, (2,2-)3,0-4,5(-5,3) mm compr., exsertos, dobrados no botão, alvos a amarelados; anteras 0,7-1,0 mm compr., rimosas, amareladas; pistilódio (0,4-)0,7-1,0(-1,3) mm compr., discóide a levemente elíptico, ápice globoso, enegrecido. Flores pistiladas: (1,4-)1,8-2,3(-3,1) mm compr., (0,5-)0,7-1,3(-2,0) mm larg., levemente globosas; perianto com 4-tépalas, (0,5-)0,8-1,0(-1,2) mm compr., (0,3-)0,5-0,8(-1,0) mm larg.; ovário (0,4-)0,7-1,0(-1,3) mm compr., 0,4-0,6 mm larg., levemente cilíndrico a elíptico; estilete curto, impregnado de concreções carbonáticas; estigma capitado, penicelado, ferrugíneo a arroxeado. Aquênio globoso a levemente achatado, (2,2-)2,8-3,2(-3,6) mm compr., (0,3-)0,6-0,8(-1,2) mm larg., perianto acrescente, assimétrico, estigma persistente, amarelo a alaranjado; semente (1,0-)1,2-1,7(-2,0) mm compr., ferrugínea a alaranjada na base, ápice enegrecido a avermelhado, endosperma presente.
Uso Alimentar
Composição das folhas (em base seca): Teor de proteína 23%, Ca 5%, Mg 0,54%, Mn 0,0072%, P 0,27%, Fe 0,0209%, Na 0,0108%, K 3,1%, Cu 0,0008%, Zn 0,0039%, S 0,27%, B 0,0053%Destaque para os níveis de proteína, ferro e boro.[1]
Esta espécie, ocasionalmente é utilizada juntamente com cerca de outras 10 espécies (partes diversas) na composição de uma bebida fermentada e refrescante de consumo tradicional em Cuba. Esta bebida, chamada de Pru, é consumida até mesmo por crianças do ensino primário que levam-na para
consumir durante o recreio. O Pru, a partir da crise na ex-União Soviética (década de 1990) e do bloqueio comercial norte-americano a Cuba, passou a ganhar importância devido à falta dos refrigerantes tradicionais no mercado deste país. A parte do urtigão utilizada no preparo desta bebida é a porção subterrânea espesssada, denominda pelo autores de raiz ou túbera. O uso desta espécie é opcional, sendo utilizada pelas suas funções medicinais como depurativa ou diurética e citam que Urera baccifera é ocasionalmente cultivada nos quintais cubanos (conutos) como planta medicinal ou alimentícia.[1]
No Brasil e no RS há relatos populares sobre o potencial desta porção engrossada subterrânea do tronco de Urera baccifera como fonte de água. Suas folhas são tão saborosas e promissoras quanto às de Urera aurantiaca, mas são maiores. No entanto, frisa-se que há uma grande variabilidade e algumas plantas possuem folhas e ramos mais aculeados do que outras.[1]
A urticância das folhas de Urera aurantiaca (cansanção) desaparece após mantê-las secando à sombra por cerca de 12 horas ou rapidamente se expostas ao sol ou estufa (calor). as folhas de Urera aurantiaca são
usadas na elaboração de pães caseiros e refogados com carne de porco.[1]
As folhas, após passadas na água quente para retirar a urticância, também são utilizadas como hortaliça em algumas regiões.[4]
Os seus perigônios carnosos são esbranquiçados, comestíveis e adocicados.[1]
Os frutos, pequenos e brancos, são comestíveis e muito apreciados pela avifauna.[4]
Contraindicações/cuidados: as sementes são tóxicas.[3](algumas fontes questionam isso[4]).
Uso Medicinal
Propriedades medicinais: adstringente, antiinflamatória, anti-reumática, antianêmica, antidiabética, anti-hemorroidal, antissifilítica, anti-hidrópica, depurativa, diurética, galactagoga, hemostática,[3]revulsiva.Indicações: afta, afecções de pele, amenorréia, anúria, ciática, diarreia, disúria, edema, enurese, epistaxe, erisipela, feridas, gota, hidrocefalia, infecções micóticas da pele, leucorréia, menopausa, queda de cabelos,
psoríase, picadas, tinha, úlceras, urticária.[3]
Parte utilizada: folhas jovens; rizoma e raízes (outono).[3]
Modo de usar: decocção das folhas ou raiz.[3]
Na medicina da cultura dos índios guaranis, a infusão das raízes e folhas é utilizada nos casos de infecções urinárias e para aumentar o leite das lactantes.[4]
Outros Usos
Os caules e ramos fornecem fibras têxteis de boa qualidade, podendo ser utilizadas em cordoaria.[4]Na América Central é comumente cultivada como cerca-viva, devido a seus acúleos e tricomas urticantes. No México, durante o império Inca, era cultivada para obtenção de papel a partir do caule.[4]
Os caules fornecem excelente fibra, a qual é utilizada pelos índios Guarani da Argentina para a criação de instrumentos musicais de corda.[4] Os kaingangs usam para fazer o instrumento musical arquinho (winxy).[5]
Por ser pioneira, é considerada indicadora de áreas degradadas.[4]
Fontes:
[1] Plantas alimentícias não-convencionais da região metropolitana de Porto Alegre, RS, Kinupp, Valdely Ferreira
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870
[2] Flora RS
http://www.ufrgs.br/fitoecologia/florars/open_sp.php?img=4937
[3] Plantamed
http://www.plantamed.com.br/
[4] FloraSBS
https://sites.google.com/site/florasbs/urticaceae/urtiga-vermelha
[5] Os Cânticos de Guerra de Grupos Kaingang na Grande Porto Alegre
http://www.lume.ufrgs.br/bitstream/handle/10183/32862/000788273.pdf
19 de fevereiro de 2013
Impressos Sobre Autossustentabilidade

Por Adrian Rupp
Para extender o alcance das informações divulgadas neste site estou criando versões para impressão. Assim, mesmo as comunidades não tem acesso à Internet pode fazer uso destes conhecimentos para aumentar sua autonomia.
A ideia é que cada uma faça cópias e leve as informações adiante na medida em que achar que elas são úteis. Favorecemos assim um sistema solidário em vez de vender e favorecer um sistema excludente.
Quem quiser também pode criar seus próprios impressos e espalhar do mesmo modo.
Estou propondo uma divulgação descentralizada de informações que podem trazer uma maior autonomia material tanto para comunidades quanto famílias e indivíduos.
Uma cópia de papel custa uns R$ 0,20. A economia gerada pelo uso das informações contidas neste papel é de vários reais. Assim a sustentabilidade monetária é garantida.
Busquei reunir o maior conteúdo possível por folha. Aproveitando que o preço da cópia não varia conforme o volume de conteúdo ou utilidade.
Acredito que o ideal é não pensar nas folhas de papel comerciais como descartáveis, mas tratá-las como valiosas, respeitando o custo ambiental envolvido na sua produção.
Pasta onde estão os arquivos para impressão:
http://www.4shared.com/folder/9g315abn/Impressos_Autosust.html
18 de fevereiro de 2013
Como Criar uma Rede Livre
Por Adrian Rupp
Introdução
Este artigo apresenta como criar e usar uma rede de computadores, local, sem fio, nos moldes das redes livres: sem hierarquia e administrada pelos próprios usuários.Com redes de computadores vale o ditado: 'Se queres bom serviço, faça você mesmo'. A Internet normalmente é apresentada da forma 'só tem vantagens'. Mas ela tem uma montanha de desvantagens: falta de privacidade, desrespeito a diversidade cultural, dissiminação de pragas digitais, controle governamental, cobrança pelo acesso, etc. Ficamos livres disso quando criamos nossa própria rede.
Uma rede de computadores pode ser organizada de várias formas. A Internet segue uma estrutura centralizadora, que facilita o controle e reduz a liberdade e a segurança. No outro extremo temos as redes em malha, onde não há um centro e não há hierarquia.
Muitos lutam por uma Internet melhor. Mas o grande dilema é: 'vamos consertar o vaso ou fazer um novo?' No caso da Internet a fundação está errada e mudar a fundação ou começar do zero é a mesma coisa. Assim é melhor não perdermos tempo com pequenos reparos pontuais que serão insuficientes.
Aqui estão alguns conhecimentos úteis para criar uma nova rede.
Conforme for solicitado vou apresentar de forma mais detalhada algum ponto. Já estou trabalhando num novo artigo sobre este tema.
1 Criando a Rede Livre
Para criar a Rede Livre você vai precisar de:a) Computadores ou notebooks com adaptadores para redes Wi-fi.
b) Antenas dependendo da distância que se quer vencer.
Detalhes vão depender das condições expecíficas de cada situação. Pode ser necessário em alguns casos estações retransmissoras...
1.1 Criando a Rede Livre no sistema Ubuntu
Escolhi o Ubuntu 12.04, pois é a distribuição linux mais famosa no Brasil. Abaixo coloquei links para criar em outros sistemas.
Criar esse tipo de rede no Ubuntu 12.04 é extremamente fácil.
1.1.1 Clique no icone da rede, que fica no canto direito superior. No menu que aparece escolha 'Criar nova rede sem fio...'.
Se alguém já criou essa rede antes ou no alcance de sua antena, aparecerá neste menu o item "Rede Livre". Aí abasta clicar neste item para se conectar e ignorar o passo 1.1.2
1.1.2 Na Janela que apareceu digite no nome da rede, no caso "Rede Livre", e no item 'Segurança' escolha 'Nenhuma'. Aperte em 'criar' e está pronta sua rede local sem fio ad-hoc!
Links úteis para quem quiser se aprofundar na fase 1:
Criando uma rede Wireless no modo Ad-Hoc
http://how2ubuntu.blogspot.com.br/2010/07/criando-uma-rede-wireless-no-modo-ad.html
Dica Rápida: Ativar Rede AdHoc no Windows 8
http://www.rogerio.eti.br/microsoft-2/msp-2/dica-rapida-ativar-rede-adhoc-no-windows-8/
Criar uma rede WiFi ad hoc
http://pt.kioskea.net/contents/configuration-reseau/creer-reseau-wifi-ad-hoc.php3
Redes sem fio no Mundo em Desenvolvimento (PDF)
http://wndw.net/pdf/wndw-pt/wndw-pt-ebook.pdf
Construção de uma Canten
2. Usando sua 'Rede Livre'
O Ubuntu 12.04 já vem com o Empathy que é o programa de bate-papo e troca de arquivos mais recomendado para usar com a Rede Livre. Na primeira vez que ele é executado ele já solicita 'Nome', 'Sobrenome' e 'Apelido' para ser usado nesta rede. Uma vez definidos estes dados ele irá apresentar todos que estão usando esse programa na lista de contatos e definiram estes dados, semelhante ao que viamos no icq, msn e outros mensageiros instantâneos da Internet. A diferença é que os mensageiros instantâneos da Internet dependem de uma central (normalmente localizada nos EUA) para interligar os usuários e na 'Rede Livre' a conversa é direta de PC para PC sem depender de uma central.Com o Empathy você vai poder saber quem está conectado na Rede Livre naquele momento, conversar e trocar arquivos com essas pessoas.
2.1 Alternativa para o bate-papo:
Alternativamente pode-se fazer o bate-papo entre dois PCs na linha de comando deste modo:
no PC 1 digite 'nc -l 55555' e no PC 2 digite 'nc Ip 55555' onde Ip deve ser substituido pelo ip do PC 1. Assim tudo que for digitado no terminal do PC 1 vai ser lido no PC 2 e vice-versa. Se quiser continuar digitando comandos de terminal sem terminar o bate-papo basta abrir outra janela do terminal.
2.2 Alternativa para troca de arquivos:
Um programa que recomendo, alternativamente ao Empathy, é o TransferOnLan. Ele também apresenta automaticamente todos que estão na rede e estão usando o programa e permite a troca de arquivos. No caso, como é em Java pode funcionar também em PCs com Windows.
2.3 Jogos:
Vários jogos vão funcionar nesta rede como: eboard (Xadrez), Warzone 2100 (guerra), BosWars (guerra), 0 A.D. (guerra), OpenArena (tiro FPS) e jogos via Wine. Eles podem ser um artifício interessante para atrair os jovens para essa rede, embora existam outras formas de lazer mais autossustentáveis. A maioria dos jogos tem seus sistemas de bate-papo também.
É possível também criar páginas de .html e outras, e utilizar outros aplicativos próprios para redes ad-hoc.
Links úteis para quem quiser se aprofundar na fase 2:
Configurando um mensageiro para rede local, sem servidor
http://almalivre.wordpress.com/2010/06/08/configurando-um-mensageiro-para-rede-local-sem-servidor/
Chat simples com o comando netcat (nc)
http://acassis.wordpress.com/2008/09/22/chat-simples-com-o-comando-netcat-nc/
3 Uso numa Comunidade
Existem varias formas de usar essa rede conforme interesses de cada comunidade, mas vou arriscar algumas sugestões.Acho que não há necessidade de cada indivíduo ou familia possuir um computador em rede, basta um ou dois computadores ligados. Assim esta rede seria aplicada para comunicação com comunidades vizinhas. o investimento se concentraria em manter contatos de maior distancia em vez de interligar cada casinha da comunidade.
Para justificar tal investimento imagino um minimo de duas comunidades interessadas em utilizar este sistema com a nossa comunidade. E é claro que essa tecnologia precisa ser comparada com as demais soluções de telecomunicações autosustentaveis para sabermos se é a mais indicada.
Conclusão
É bem simples começar no mundo das redes livres com Ubuntu/Linux e adaptadores de rede sem fio.Esse artigo é mínimo para começar a conhecer e usar essa alternativa. Ainda pretendo apresentar um novo artigo com técnicas e opções mais sofisticadas.
9 de janeiro de 2013
A Guanxuma
Pesquisa por Adrian Rupp
Nome científico: Sida rhombifolia L.
Nomes populares:[1]
guanxuma; guaxuma; guanxuma-comum; tupiticha; guanxuma-branca; guanxuma-escura; relógio (CE); tupitixa; vassoura; zanzo; guaxima; vassourinha; chuoi duc (Vietnã); afata, cañamo crioulo, escoba, tebincha (Arg.); afata, malvavisco, mata-alfalfa, tipicha (Ur.); broom weed (Jamaica); kingojikwa (Jap.); axocatzin, hinari (Mex.); limpion (Pe.); escoba amarilla (Nicarágua); escoba babosa, escoba blanca (Ven.); hierba de puerco (Pan.); malva de cochino (Cuba); nalis-nalisan (Filipinas); chittamadi, kotikan-bevilla (Sri Lanka); teaweed, broomjue sida (Ing.); esbobilla (Esp.); ntswembana, quaquaza, letlhakanye (Áfr. do Sul)
Sinônimos Científicos:[4]
Malva rhombifolia (L.) Krause, Sida adusta Marais, Sida compressa Wall., Sida pringlei Gand., Sida scoparia Vell., Sida hondensis Kunth, Sida carpinifolia Bourg. Ex Griseb. Non L., Sida retusa L., Sida ruderata Macfad., Sida unicornis Marais
Família: Malvaceae[1][2][4]
Descrição:
Planta anual ou perene, subarbustiva, ereta, medindo 30 a 80 cm de altura. Tem sistema radicular muito profundo, sendo difícil de arrancar.[2]
Nativa do Continente Americano e amplamente encontrada em todo o território brasileiro.
Folhas simples, pecioladas, membranáceas, medindo de 1 a 3 cm de comprimento. Flores amarelas, solitárias ou em pequenos grupos, axilares, que se abrem somente pela manhã. Multiplica-se apenas por sementes. Ocorrem no país também como ruderal outras espécies deste gênero e gêneros afins com características e propriedades semelhantes, das quais destaca-se Sida carpinifolia (L. f.) K. Schum e Sidastrum micranthum (A. St.-Hil.) Fryxell. Cresce espontaneamente com grande vigor em solos cultivados com lavouras anuais e perenes, beira de estradas e terrenos.[4]
Clima: Subtropical, tropical
A infusão de suas raízes é utilizada na Índia no tratamento do reumatismo.[4]
Tanto a planta fresca como seu extrato clorofórmico mostraram regular atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus, Scherichia coli e Sacharomyces cerevisiae, bem como uma ação antiinflamatória local, devida às saponinas, sendo por isso, recomendado seu emprego local para o tratamento de torceduras e dores nas articulações.[4]
Usa-se a decocção das raízes, ou do caule com as folhas,interna ou externamente, em inflamações. Costumam mastigar as folhase aplicar no lugar mordido pelas vespas e outros himenópteros.Pesquisas recentes demonstraram que suas raízes têm uma ação eficaz sobre o colesterol e principalmente triglicerídios. São fortemente hipotensoras, diuréticas, antiinflamatórias e febrífugas. Popularmente aguanxuma também é usada para diminuir a queda de cabelos e paraescurecê-los. Para isto basta enxaguá-los com o chá de toda a planta.[2]
Esta planta é indicada como tônica, fortificante para os nervos, combate a disenteria, câimbras de sangue. É um antibiótico natural contra febres, afecções pulmonares (catarro pulmonar), amarelão e afecções do coração. Colher logo após o sol esquentar. Tomar 1 copo do chá da flor com a semente. Durante 5 dias por algumas semanas.[3]
Para alvejar panos, devem colocar-se raízes de guanxuma na água onde são fervidos.[2]
As folhas novas são excelente forragem para cavalos, ovelhas e porcos.[1]
Fontes:
[1] Plantas Alimentícias não-convencionais na Região Metropolitana de Porto Alegre - RS
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870
[2]
http://pt.scribd.com/doc/64492889/43/GUANXUMA
[3]
http://tudosobrecha.blogspot.com.br/2011/03/ervas-medicinais-guanxuma.html
[4] Plantas Medicinais no Brasil, Harri Lorenzi, F. J. Abreu Matos, Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2002
| Sida rhombifolia L. |
Nome científico: Sida rhombifolia L.
Nomes populares:[1]
guanxuma; guaxuma; guanxuma-comum; tupiticha; guanxuma-branca; guanxuma-escura; relógio (CE); tupitixa; vassoura; zanzo; guaxima; vassourinha; chuoi duc (Vietnã); afata, cañamo crioulo, escoba, tebincha (Arg.); afata, malvavisco, mata-alfalfa, tipicha (Ur.); broom weed (Jamaica); kingojikwa (Jap.); axocatzin, hinari (Mex.); limpion (Pe.); escoba amarilla (Nicarágua); escoba babosa, escoba blanca (Ven.); hierba de puerco (Pan.); malva de cochino (Cuba); nalis-nalisan (Filipinas); chittamadi, kotikan-bevilla (Sri Lanka); teaweed, broomjue sida (Ing.); esbobilla (Esp.); ntswembana, quaquaza, letlhakanye (Áfr. do Sul)
Sinônimos Científicos:[4]
Malva rhombifolia (L.) Krause, Sida adusta Marais, Sida compressa Wall., Sida pringlei Gand., Sida scoparia Vell., Sida hondensis Kunth, Sida carpinifolia Bourg. Ex Griseb. Non L., Sida retusa L., Sida ruderata Macfad., Sida unicornis Marais
Família: Malvaceae[1][2][4]
Descrição:
Planta anual ou perene, subarbustiva, ereta, medindo 30 a 80 cm de altura. Tem sistema radicular muito profundo, sendo difícil de arrancar.[2]
Nativa do Continente Americano e amplamente encontrada em todo o território brasileiro.
Folhas simples, pecioladas, membranáceas, medindo de 1 a 3 cm de comprimento. Flores amarelas, solitárias ou em pequenos grupos, axilares, que se abrem somente pela manhã. Multiplica-se apenas por sementes. Ocorrem no país também como ruderal outras espécies deste gênero e gêneros afins com características e propriedades semelhantes, das quais destaca-se Sida carpinifolia (L. f.) K. Schum e Sidastrum micranthum (A. St.-Hil.) Fryxell. Cresce espontaneamente com grande vigor em solos cultivados com lavouras anuais e perenes, beira de estradas e terrenos.[4]
Clima: Subtropical, tropical
Uso Medicinal
Suas folhas são usadas na forma de chá contra diarréia.[4]A infusão de suas raízes é utilizada na Índia no tratamento do reumatismo.[4]
Tanto a planta fresca como seu extrato clorofórmico mostraram regular atividade antimicrobiana contra Staphylococcus aureus, Scherichia coli e Sacharomyces cerevisiae, bem como uma ação antiinflamatória local, devida às saponinas, sendo por isso, recomendado seu emprego local para o tratamento de torceduras e dores nas articulações.[4]
Usa-se a decocção das raízes, ou do caule com as folhas,interna ou externamente, em inflamações. Costumam mastigar as folhase aplicar no lugar mordido pelas vespas e outros himenópteros.Pesquisas recentes demonstraram que suas raízes têm uma ação eficaz sobre o colesterol e principalmente triglicerídios. São fortemente hipotensoras, diuréticas, antiinflamatórias e febrífugas. Popularmente aguanxuma também é usada para diminuir a queda de cabelos e paraescurecê-los. Para isto basta enxaguá-los com o chá de toda a planta.[2]
Esta planta é indicada como tônica, fortificante para os nervos, combate a disenteria, câimbras de sangue. É um antibiótico natural contra febres, afecções pulmonares (catarro pulmonar), amarelão e afecções do coração. Colher logo após o sol esquentar. Tomar 1 copo do chá da flor com a semente. Durante 5 dias por algumas semanas.[3]
Uso Alimentar
Usada como hortaliça em algumas regiões da África do Sul, inclusive ocasionalmente sendo desidratada e armazenada. Em algumas regiões são consumidas cozidas. Usada como substituta do chá da Índia.[1]Outros Usos
Os seus ramos são usados em toda a área rural para a confecção de vassouras para varrer o pátio. É conhecida pela tenacidade de sua madeira, que serve como matéria prima para a fabricação de palitos.[2]Para alvejar panos, devem colocar-se raízes de guanxuma na água onde são fervidos.[2]
As folhas novas são excelente forragem para cavalos, ovelhas e porcos.[1]
Fontes:
[1] Plantas Alimentícias não-convencionais na Região Metropolitana de Porto Alegre - RS
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870
[2]
http://pt.scribd.com/doc/64492889/43/GUANXUMA
[3]
http://tudosobrecha.blogspot.com.br/2011/03/ervas-medicinais-guanxuma.html
[4] Plantas Medicinais no Brasil, Harri Lorenzi, F. J. Abreu Matos, Instituto Plantarum de Estudos da Flora Ltda, 2002
27 de novembro de 2012
Picão Branco
Por Adrian Rupp
Nomes populares:
picão-branco, botão-de-ouro, fazendeiro, brinco-de-princesa[1], erva-da-moda[1], picão-bravo[1], galinsoga de flores pequeñas (Espanhol)[1], soldado galante (Espanhol)[1],
Inglês: quickweed, gallant soldier, smallflower galinsoga, soldiers of the queen, galinsoga, guasca[1]
Colômbia: Guascas, em Cundinamarca e Boyacá. Pajarito, em Sogamoso e oriente de Boyacá.[2]
Argentina: Albahaca silvestre, saetilla.[2]
Peru e Chile: Pacoyuyu fino.[2]
México: Estrellita, mercurial.[2]
Zulu: ushukeyana[1]
galinsoga comune (Italiano); klein knopkruid Holandes)[1]
Franzosenkraut, kleinblütiges Knopfkraut , Unkraut(Alemão)
haret korststrale (Dinamarques) galinsoga glabre (Francês)[1]
galinsoga (Tagalogue - Filipinas)[1]
mamboleo (Tanzania)[1]
nwakhosa, sekogelamaroka (África do Sul)[1]
Nomes científicos:[2]
Galinsoga parviflora Cav.
Wiborgia parviflora (Cav.) Kunth
Stemmatella sodiroi Hieron.
Adventina parviflora Raf.
Galinsoga semicalva (Gray) H.St.John & White
Galisonga quinqueradiata Ruiz & Pav.
Tridax parviflora
Espécie de uso semelhante:[1]
Galinsoga quadriradiata Ruiz & Pav.
Germinação: Suas sementes germinam do outono à primavera.[3]
Ciclo: Apresenta ciclo curto de até 50 dias.[3]
Onde ocorre: Considerada planta invasora de solos cultivados, presente em todas as culturas anuais e perenes, além de pastagens e jardins.[3] Considerada planta indicadora de terras cultivadas com nitrogênio suficiente e falta de cobre.[5]
Presente no clima tropical e subtropical.[1]
composição centesimal:
(base úmida – g/100g): umidade (89); proteínas (4); lipídios (0,5); carboidratos (5,29); cinzas (1,74); fibra (1,24);
E mineral (base seca – mg/100g): Ca (162); P(38); Fe (270); Mg (681); Mn (44); Na (36); Cu (3); Zn (14); energia (41 kcal/100g)[1]
Destaque para a quantidade de zinco, proteína e magnésio.[1]
composição nutricional:
vitamina C (54 mg/100g); proteína (5,0%); fibra crua (1,5%); lipídios (0,7%);
Ca (154 mg/100g); Fe (2,8 mg/100g).[1]
Atividade antioxidante: 76% (base úmida)[1]
Uso Alimentar[1]
Extremamente interessante por ser uma planta que não exige técnicas agrículas. Ela aparece naturalmente.
Possui folhas e ramos jovens tenros, com aroma agradável. A parte aérea jovem (folhas, ramos e flores) pode ser consumida em saladas cruas ou cozidas. Também podem ser consumidas cozidas em sopas, misturadas a farofas ou utilizadas no preparo de bolinhos fritos (tempurah) e em sucos verdes com limão ou outras frutas ácidas.[1]
Na Colômbia seu uso como alimentícia é antiguíssimo, talvez de origem indígena. É um ingrediente clássico da sopa bogotana (de Bogotá, Colômbia) chamada “ajiaco”. Neste país é comercializada em jarros (para não murchar!), desidratada ou moída e transformadas em pó verde. Este pó é utilizado como condimento para sopas e carnes, especialmente carne de frango. O suco fresco (suco verde) pode ser tomado juntamente com suco de tomate ou outros sucos.[1]
As folhas cozidas desta espécie são consumidas na região sudoeste da China (Xishuangbanna), obtidas por extrativismo, durante os 12 meses do ano.[1]
Uso Medicinal
Digestivo muito usada em dores de estômago, males do fígado, icterícia e outras infecções do aparelho disgestivo.[6]
O chá de suas folhas, tanto na forma de decocto ou infusão, é usado para o tratamento caseiro de doenças broncopulmonares.[7]
Externamente, suas folhas aquecidas são aplicadas diretamente sobre a área afetada na forma de compressas e cataplasma nos casos de contusão e feridas.[7]
Fontes:
[1]
Plantas alimentícias não-convencionais da região metropolitana de Porto Alegre, RS
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870
[2]
Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Galinsoga_parviflora
[3]
Agrolink
http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/busca/picao-branco_16.html
[4]
PlantaMed
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Galinsoga_parviflora.htm
[5]
Wikipédia: Planta indicadora
http://pt.wikipedia.org/wiki/Planta_indicadora
[6]
Fitoterapia para todos
http://www.ahau.org/indicfitoterapia-0-html
[7]
Plantas Medicinais no Brasil - Nativas e Exóticas
Harri Lorenzi, F.J. Abreu Matos
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| Galinsoga quadriradiata |
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| Galinsoga parviflora |
Nomes populares:
picão-branco, botão-de-ouro, fazendeiro, brinco-de-princesa[1], erva-da-moda[1], picão-bravo[1], galinsoga de flores pequeñas (Espanhol)[1], soldado galante (Espanhol)[1],
Inglês: quickweed, gallant soldier, smallflower galinsoga, soldiers of the queen, galinsoga, guasca[1]
Colômbia: Guascas, em Cundinamarca e Boyacá. Pajarito, em Sogamoso e oriente de Boyacá.[2]
Argentina: Albahaca silvestre, saetilla.[2]
Peru e Chile: Pacoyuyu fino.[2]
México: Estrellita, mercurial.[2]
Zulu: ushukeyana[1]
galinsoga comune (Italiano); klein knopkruid Holandes)[1]
Franzosenkraut, kleinblütiges Knopfkraut , Unkraut(Alemão)
haret korststrale (Dinamarques) galinsoga glabre (Francês)[1]
galinsoga (Tagalogue - Filipinas)[1]
mamboleo (Tanzania)[1]
nwakhosa, sekogelamaroka (África do Sul)[1]
Nomes científicos:[2]
Galinsoga parviflora Cav.
Wiborgia parviflora (Cav.) Kunth
Stemmatella sodiroi Hieron.
Adventina parviflora Raf.
Galinsoga semicalva (Gray) H.St.John & White
Galisonga quinqueradiata Ruiz & Pav.
Tridax parviflora
Espécie de uso semelhante:[1]
Galinsoga quadriradiata Ruiz & Pav.
Germinação: Suas sementes germinam do outono à primavera.[3]
Ciclo: Apresenta ciclo curto de até 50 dias.[3]
Onde ocorre: Considerada planta invasora de solos cultivados, presente em todas as culturas anuais e perenes, além de pastagens e jardins.[3] Considerada planta indicadora de terras cultivadas com nitrogênio suficiente e falta de cobre.[5]
Presente no clima tropical e subtropical.[1]
composição centesimal:
(base úmida – g/100g): umidade (89); proteínas (4); lipídios (0,5); carboidratos (5,29); cinzas (1,74); fibra (1,24);
E mineral (base seca – mg/100g): Ca (162); P(38); Fe (270); Mg (681); Mn (44); Na (36); Cu (3); Zn (14); energia (41 kcal/100g)[1]
Destaque para a quantidade de zinco, proteína e magnésio.[1]
composição nutricional:
vitamina C (54 mg/100g); proteína (5,0%); fibra crua (1,5%); lipídios (0,7%);
Ca (154 mg/100g); Fe (2,8 mg/100g).[1]
Atividade antioxidante: 76% (base úmida)[1]
Uso Alimentar[1]
Extremamente interessante por ser uma planta que não exige técnicas agrículas. Ela aparece naturalmente.
Possui folhas e ramos jovens tenros, com aroma agradável. A parte aérea jovem (folhas, ramos e flores) pode ser consumida em saladas cruas ou cozidas. Também podem ser consumidas cozidas em sopas, misturadas a farofas ou utilizadas no preparo de bolinhos fritos (tempurah) e em sucos verdes com limão ou outras frutas ácidas.[1]
Na Colômbia seu uso como alimentícia é antiguíssimo, talvez de origem indígena. É um ingrediente clássico da sopa bogotana (de Bogotá, Colômbia) chamada “ajiaco”. Neste país é comercializada em jarros (para não murchar!), desidratada ou moída e transformadas em pó verde. Este pó é utilizado como condimento para sopas e carnes, especialmente carne de frango. O suco fresco (suco verde) pode ser tomado juntamente com suco de tomate ou outros sucos.[1]
As folhas cozidas desta espécie são consumidas na região sudoeste da China (Xishuangbanna), obtidas por extrativismo, durante os 12 meses do ano.[1]
Uso Medicinal
Digestivo muito usada em dores de estômago, males do fígado, icterícia e outras infecções do aparelho disgestivo.[6]
O chá de suas folhas, tanto na forma de decocto ou infusão, é usado para o tratamento caseiro de doenças broncopulmonares.[7]
Externamente, suas folhas aquecidas são aplicadas diretamente sobre a área afetada na forma de compressas e cataplasma nos casos de contusão e feridas.[7]
Fontes:
[1]
Plantas alimentícias não-convencionais da região metropolitana de Porto Alegre, RS
http://www.lume.ufrgs.br/handle/10183/12870
[2]
Wikipédia
http://pt.wikipedia.org/wiki/Galinsoga_parviflora
[3]
Agrolink
http://www.agrolink.com.br/agricultura/problemas/busca/picao-branco_16.html
[4]
PlantaMed
http://www.plantamed.com.br/plantaservas/especies/Galinsoga_parviflora.htm
[5]
Wikipédia: Planta indicadora
http://pt.wikipedia.org/wiki/Planta_indicadora
[6]
Fitoterapia para todos
http://www.ahau.org/indicfitoterapia-0-html
[7]
Plantas Medicinais no Brasil - Nativas e Exóticas
Harri Lorenzi, F.J. Abreu Matos
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